" Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança"
terça-feira, 23 de junho de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
AcrediteAcredite nas pessoas... Naquelas que possuem algo mais... Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades... Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança... Pessoas firmes... Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas... Que com um sorriso, um beijos, um abraço, uma palavra de faz feliz... Aquelas que erram... Acertam... Não tem vergonha de dizer não sei... aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença... Aquelas que vivem intensamente um grande amor... Acredite - Acredite nas pessoas... Naquelas que possuem algo mais... Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades... Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança... Pessoas firmes... Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas... Que com um sorriso, um beijos, um abraço, uma palavra de faz feliz... Aquelas que erram... Acertam... Não tem vergonha de dizer não sei... aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença... Aquelas que vivem intensamente um grande amor...
Autor Desconhecido
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
O desenho infantil (Ganhei dos meus alunos)lindos!!!
Brent e Marjorie Wilson (1982) afirmam que após os 8-9 anos, as crianças
têm uma tendência maior a apropriar-se das imagens a sua volta, procurando
imitar ou copiar desenhos. Este processo de aquisição de convenções artísticas é,
segundo os autores, a base do desenvolvimento em arte. Ainda segundo os
autores, o período do desenvolvimento infantil até os 8 anos é bastante estudado,
enquanto que o desenho das crianças mais velhas gera pouco interesse por parte
dos pesquisadores e, conseqüentemente, têm poucos estudos.
Seguindo os momentos conceituais definidos por Iavelberg (1995),
encontramos geralmente a criança de 8 a 10 anos nos momentos “Imaginação” e
“Apropriação”. O período “Imaginação” foi assim denominado porque, “nesse
momento, ocorrem muitas imagens do universo simbólico da criança” (1995, p14).
No momento “Imaginação” a criança pode desenhar coisas que existem e que não
existem como bruxa, dragão, etc, mas já não confunde a realidade com a fantasia
como no momento anterior. Na solução de problemas espaciais, a criança utiliza o
rebatimento e a transparência. Já no momento da “Apropriação” os artifícios de
desenho usados anteriormente não mais satisfazem a criança, que percebe a
existência de outras soluções:
A criança descobre depois disso que pode deixar de desenhar partes dos
objetos reais ou irreais para representá-los, porque percebe que essas
formas de desenho existem em seu ambiente cultural e, com base em
modelos de desenhos que observa, agora já é capaz de querer fazê-los.
(IAVELBERG, 2006, p. 66).
têm uma tendência maior a apropriar-se das imagens a sua volta, procurando
imitar ou copiar desenhos. Este processo de aquisição de convenções artísticas é,
segundo os autores, a base do desenvolvimento em arte. Ainda segundo os
autores, o período do desenvolvimento infantil até os 8 anos é bastante estudado,
enquanto que o desenho das crianças mais velhas gera pouco interesse por parte
dos pesquisadores e, conseqüentemente, têm poucos estudos.
Seguindo os momentos conceituais definidos por Iavelberg (1995),
encontramos geralmente a criança de 8 a 10 anos nos momentos “Imaginação” e
“Apropriação”. O período “Imaginação” foi assim denominado porque, “nesse
momento, ocorrem muitas imagens do universo simbólico da criança” (1995, p14).
No momento “Imaginação” a criança pode desenhar coisas que existem e que não
existem como bruxa, dragão, etc, mas já não confunde a realidade com a fantasia
como no momento anterior. Na solução de problemas espaciais, a criança utiliza o
rebatimento e a transparência. Já no momento da “Apropriação” os artifícios de
desenho usados anteriormente não mais satisfazem a criança, que percebe a
existência de outras soluções:
A criança descobre depois disso que pode deixar de desenhar partes dos
objetos reais ou irreais para representá-los, porque percebe que essas
formas de desenho existem em seu ambiente cultural e, com base em
modelos de desenhos que observa, agora já é capaz de querer fazê-los.
(IAVELBERG, 2006, p. 66).
Cheguei na escola no 2º simestre e meus alunos ainda tinham muiiiiita dificuldade em ler e escrever,olha só a surpresa no fim do ano,aproveitei o máximo os desenhos,foi aí que desenrolaram aos poucos a leitura.Lindos não acham???
Meus lindos amo voces!!!!!!!!
O desenho da criança a partir dos 8 anos apresenta mudanças significativas em
relação a períodos anteriores. A espontaneidade e largueza do gesto dão lugar a um
desenho pensado e elaborado. Pouco a pouco as crianças tornam-se inseguras e
hesitantes, apagando o desenho e solicitando réguas na busca de um acabamento
perfeito. Ao final da média infância, muitas crianças perdem o interesse por essa
atividade, afirmando que não sabem desenhar. O modo como vemos este momento,
conhecido como “período de crise”, tem implicações pedagógicas. Em nossa opinião, é
necessário ver este momento como um novo modo de desenhar, não como um declínio,
mas como uma mudança. Pode-se encarar este período sob um aspecto positivo, o
momento em que a criança deseja aprender a desenhar.
Meus lindos amo voces!!!!!!!!
O desenho da criança a partir dos 8 anos apresenta mudanças significativas em
relação a períodos anteriores. A espontaneidade e largueza do gesto dão lugar a um
desenho pensado e elaborado. Pouco a pouco as crianças tornam-se inseguras e
hesitantes, apagando o desenho e solicitando réguas na busca de um acabamento
perfeito. Ao final da média infância, muitas crianças perdem o interesse por essa
atividade, afirmando que não sabem desenhar. O modo como vemos este momento,
conhecido como “período de crise”, tem implicações pedagógicas. Em nossa opinião, é
necessário ver este momento como um novo modo de desenhar, não como um declínio,
mas como uma mudança. Pode-se encarar este período sob um aspecto positivo, o
momento em que a criança deseja aprender a desenhar.
GANHEI!!!!!!!!
Ganhei de meus alunos cartinhas com desenhos e preservei cada uma delas como se fosse tesouros,ñ é todo dia que vc recebe uma dessas...
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
A História do Papai NoelO Papai Noel nem sempre foi como o conhecemos hoje. No início da história do Natal cristão, quem distribuía presentes durante festividades natalinas era uma pessoa real: São Nicolas. Ele vivia em lugar chamado Myra, hoje Turquia, há aproximadamente 300 anos AC. Após a morte de seus pais, Nicolas tornou-se padre.
As histórias contam que São Nicolas colocava sacos de ouro nas chaminés ou os jogava pela janela das casas. Os presentes de natal jogados pela janela caíam dentro de meias que estavam penduradas na lareira para secar. Daí a tradição natalina de pendurar meias junto à lareira para que o Papai Noel deixe pequenos presentinhos.
Alguns anos depois, São Nicolas tornou-se bispo e, por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal, o velhinho de barba branca e roupas vermelhas passou a fazer parte das festividades
Papai Noel atual: como foi construída sua imagem
O Papai Noel que conhecemos hoje surgiu em 1823, com o lançamento de “Uma visita de São Nicolas”, de Clement C. Moore. Em seu livro, Moore descrevia São Nicolas como “um elfo gordo e alegre”. Quarenta anos mais tarde, Thomas Nast, um cartunista político criou uma imagem diferente do Papai Noel, que era modificada ano a ano para a capa da revista Harper’s Weekly. O Papai Noel criado por Nast era gordo e alegre, tinha barba branca e fumava um longo cachimbo.
Entre 1931 e 1964, Haddon Sundblom inventava uma nova imagem do Papai Noel a cada ano para propagandas da Coca-Cola, que eram veiculadas em todo o mundo na parte de traz da revista National Geografic. E é esta a imagem do Papai Noel que conhecemos hoje.
O Papai Noel que conhecemos hoje surgiu em 1823, com o lançamento de “Uma visita de São Nicolas”, de Clement C. Moore. Em seu livro, Moore descrevia São Nicolas como “um elfo gordo e alegre”. Quarenta anos mais tarde, Thomas Nast, um cartunista político criou uma imagem diferente do Papai Noel, que era modificada ano a ano para a capa da revista Harper’s Weekly. O Papai Noel criado por Nast era gordo e alegre, tinha barba branca e fumava um longo cachimbo.
Entre 1931 e 1964, Haddon Sundblom inventava uma nova imagem do Papai Noel a cada ano para propagandas da Coca-Cola, que eram veiculadas em todo o mundo na parte de traz da revista National Geografic. E é esta a imagem do Papai Noel que conhecemos hoje.
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